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  • Cesta ! O vitorioso basquete feminino de São Caetano do Sul ( 1968-1977)
    Local: Hall de entrada SELJ (Av. Fernando Simonsen, 190). Período de visitação: de 8 de outubro de 2025 a 24 de abril de 2026.

Programação


28/01/2026

A mostra contempla uma das ações do projeto de arte têxtil Do fio que tece afetos, idealizado por Andrea Cabrini, que se dedica ao mapeamento da produção contemporânea que tem o fio como materia norteadora. As técnicas incluem bordado,tecelagem,crochê,performance, entre outras.
Os artistas convidados trabalham com processos amplos e intensa pesquisa de materiais. A curadoria é assinada por Marina Frúgoli.
DO FIO QUE TECE AFETOS

28/01/2026

Uma linda exposição em comemoração dos 50 anos de carreira do cartunista Mastrotti.
ENTRE RABISCOS E RISOS: a vida e a arte do cartunista MASTROTTI

03112025

Vital Brasil Mineiro da Campanha Filho (Vital Brasil Filho), nascido em 1904 em Paris, França, e morreu em 1936 em Niterói, Rio de Janeiro. Foi um médico e pesquisador que juntamente com o seu pai, Vital Brazil, em 1933 estudou o envenenamento causado por cobras corais.

Filho do renomado médico sanitarista e pesquisador Vital Brazil Mineiro da Campanha (Vital Brazil, 1865–1950) que foi o fundador do Instituto Butantan, em São Paulo, e do Instituto Vital Brazil, de Niterói, Rio de Janeiro. Também foi o criador do soro antiofídico, e a sua atuação foi no combate às epidemias com contribuição para a saúde pública brasileira.

Vital Brasil Filho morreu jovem devido a uma septicemia, após se contaminar durante pesquisas com microrganismos no laboratório do instituto em Niterói, Rio de Janeiro. Foi um dos fundadores da faculdade de veterinária da Universidade Federal Fluminense, UFF, e que, em sua homenagem, o diretório acadêmico e a rua receberam o seu nome.

Em sua homenagem denomina-se Avenida Vital Brasil Filho que está situada no Bairro Olímpico, em São Caetano do Sul, São Paulo, Brasil. O início da rua é na Rua São Paulo, também no Bairro Olímpico, e seu término ocorre na Rua Ingá, localizada no mesmo bairro.

A oficialização do nome foi regida pela Lei nº 2.310 Instituiu o nome da Avenida Vital Brasil Filho para uma via pública na cidade, com o objetivo de homenagear Vital Brasil Filho, a Lei 1348 de 29/03/1965 - Denominação de vias públicas promulgada pelo Prefeito Municipal de São Caetano do Sul, Anacleto Campanella, usando das atribuições que lhe são conferidas por Lei, e dispõe sobre oficialização e denominação de vias públicas.

No bairro, antes de 1950, existiam na região três loteamentos: a Vila Ressaca, Vila Camila e Vila Monte Alegre, sendo que a urbanização na localidade começou por volta de 1950. Nessa época, era chamada de Monte Alegre Novo, onde se construiu o Estádio Municipal Anacleto Campanella, em 1954, fato que trouxe influência para a mudança do nome, primeiramente Vila Olímpica, e que, em 1968, recebeu o nome atual de Bairro Olímpico.

Na atualidade o Bairro Olímpico faz fronteiras com os bairros Santa Maria e Barcelona, a Rua São Paulo e a Rua Silvia, Bairro Boa Vista. O limite entre o Bairro Oswaldo Cruz, são a Avenida Vital Brasil Filho e a Rua Ingá com a Avenida Paraíso.

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03112025

Henrique Dias, um dos combatentes da guerra contra os holandeses, nasceu em Recife, Capitania de Pernambuco, Brasil Colonial.

Em 1637, na Batalha de Porto Calvo, foi ferido na mão esquerda e teve de amputá-la, o que não o impediu de retornar ao combate. Morreu esquecido, no Recife, em 1662.

Henrique Dias foi militar, filho de escravos, líder negro, participando de forma decisiva nas Batalhas de Guararapes, fato decisivo para a expulsão dos holandeses do Nordeste Brasileiro.

Em sua homenagem denomina-se Rua Henrique Dias, que está situada no Bairro Fundação, em São Caetano do Sul, São Paulo, Brasil. O início da rua é na Rua Municipal, e o final na Rua Aquidaban localizada no mesmo bairro. A oficialização do nome foi regida pela Lei 562 de 15/10/1955, Lei 1348 de 29/03/1965 - Denominação de vias públicas promulgada pelo Prefeito Municipal de São Caetano do Sul, Anacleto Campanella, usando das atribuições que lhe são conferidas por Lei, e dispõe sobre oficialização e denominação de vias públicas.

 O limite do bairro situa-se no limite de São Caetano do Sul com o Bairro de Vila Prudente, capital de São Paulo, entre o Rio Tamanduateí e a estrada de ferro, que integra o bairro com a área central do município. A divisa com o Bairro Prosperidade é feita por meio do Córrego do Moinho.

O Bairro da Fundação cresceu ao redor da Igreja de São Caetano do Sul, a Matriz Velha do município. Esse bairro foi a área primitiva, tanto das olarias como das indústrias, as primeiras repartições públicas e privadas, como a Sociedade Príncipe Di Napoli, o Grupo Escolar Senador Flaquer, o cinema, a cadeia e o Palacete De Nardi, que hoje é sede do Museu Histórico Municipal.

O primeiro Prefeito Municipal eleito de São Caetano do Sul (1949-1953), Ângelo Raphael Pellegrino, em 15 de dezembro de 1950, sancionou a lei nº 135 que deu o nome Fundação ao então denominado Bairro da Ponte.

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03112025

Antônio Frederico de Castro Alves, advogado, foi um dos mais destacados poetas brasileiros do século XIX. Nascido em 1847, na então Vila de Curralinho, Bahia, local que posteriormente, em 1900, recebeu o nome de Castro Alves. Filho do médico Antônio José Alves e de Clélia Brasília da Silva Castro, a sua vida, embora breve, foi marcada por uma intensa produção literária e pelo engajamento em causas sociais. O poeta faleceu precocemente em 1871, aos 24 anos, em Salvador, vítima de tuberculose.

Desde a infância, Castro Alves demonstrou forte inclinação para a poesia, o que ficou evidente durante seus estudos na Escola do Barão de Macaúbas. Sua trajetória literária ganhou força a partir de 1864, quando aos 17 anos ingressou na Faculdade de Direito do Recife. Porém, em 1867 termina seus estudos na Faculdade de Direito do Largo São Francisco na capital de São Paulo.

Castro Alves viveu durante o Segundo Reinado (1840-1889), sob o governo de Dom Pedro II. Esse período foi marcado por debates sobre a escravidão no Brasil, o que exerceu grande influência sobre sua produção poética. O autor é considerado expoente da terceira geração do Romantismo brasileiro, conhecida como Condoreirismo, cuja principal característica é o engajamento social e político. O condor, símbolo dessa geração, representa a liberdade e uma visão ampla sobre as questões humanas.

Apesar da curta vida, Castro Alves deixou um legado significativo na literatura nacional. Entre suas principais obras destacam-se Espumas flutuantes (1870), Gonzaga, ou A revolução de Minas (1875), A cachoeira de Paulo Afonso (1876), O navio negreiro (1880) e Os escravos (1883). O poema O navio negreiro, dividido em seis partes e intitulado Tragédia no mar, é considerado sua obra mais célebre, por colocar as condições degradantes dos escravizados trazidos ao Brasil.

Castro Alves ficou conhecido como O Poeta dos Escravos, sendo referência tanto na literatura quanto no movimento abolicionista. Em 1905, a Academia Brasileira de Letras homenageou-o, nomeando a cátedra número sete em sua memória. Diversos espaços públicos em todo o país celebram seu nome, como a Praça Castro Alves, em Salvador, Bahia.

A Rua Castro Alves, localizada no Bairro Cerâmica, em São Caetano do Sul, São Paulo, Brasil, foi nomeada em homenagem ao poeta. Seu início se dá na Rua Engenheiro Armando de Arruda Pereira e seu término na Avenida Dr. Vital Brasil Filho, ambas situadas no mesmo bairro.

Ao longo dos anos, a rua passou por diferentes denominações, sendo anteriormente chamada Rua Nogé e Rua Carlos Gomes. As mudanças e oficialização do nome foram determinadas por legislações municipais, como a Lei 562 de 15/10/1955 e a Lei 1348 de 29/03/1965. Ambas foram promulgadas pelo Prefeito Municipal de São Caetano do Sul, Anacleto Campanella, conforme as atribuições legais referentes à oficialização e denominação de vias públicas.

O Bairro Cerâmica desenvolveu-se em função da Cerâmica São Caetano S/A, sucessora da antiga Cerâmica Privilegiada, foi fundada em 1913 e ficou famosa pela produção de ladrilhos, telhas e tijolos refratários. Aproximadamente no ano de 1910, o bairro apresentava duas únicas vias, a Rua Santo Antônio, atual Avenida Senador Roberto Simonsen, e Rua Caramuru, atual Avenida Engenheiro Armando de Arruda Pereira.

A maioria dos moradores do bairro trabalhava na Cerâmica São Caetano. Em 1925 foi criado o Cerâmica Futebol Clube incentivado e subsidiado pela fábrica.

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03/11/2025

Antônio Pereira Rebouças Filho foi um engenheiro brasileiro, nascido em Cachoeira, Bahia, no dia 13 de junho de 1839. Ele era filho de Antônio Pereira Rebouças, advogado e político. Rebouças Filho faleceu em São Paulo, SP, em 24 de maio de 1874, aos 35 anos.

Formou-se em Ciências Físicas na Escola Militar do Rio de Janeiro, onde obteve o título de Engenheiro Militar em 1858. Posteriormente, realizou especialização na Europa em construções de portos marítimos e estradas de ferro.

Durante sua estadia na Europa, Rebouças dedicou-se ao estudo de grandes obras de infraestrutura, o que lhe conferiu destaque ao apresentar o projeto para a construção da ferrovia entre Curitiba e o porto marítimo de Paranaguá, no Paraná. Essa ferrovia foi construída entre os anos de 1880 e 1885, embora o engenheiro não tenha acompanhado sua conclusão devido à sua morte precoce causada por malária.

Seu legado foi garantido, por meio de um pedido ao imperador D. Pedro II, que não fosse utilizada mão de obra escrava na construção da ferrovia.

Em sua homenagem denomina-se Rua Engenheiro Rebouças que está situada no Bairro Cerâmica, em São Caetano do Sul, São Paulo, Brasil. O início é na Rua Engenheiro Armando de Arruda Pereira, também no Bairro Cerâmica, e seu término ocorre na Avenida Dr. Vital Brasil Filho, localizada no mesmo bairro.

Ao longo dos anos, a rua teve diversas denominações: Rua Paraguai, Rua Uruguai, Rua Sapé e Rua Giuseppe Carnevalli. As alterações e oficializações de nome foram regidas pelas seguintes leis e processos: Lei 562 de 15/10/1955, Lei 1348 de 29/03/1965 - Denominação de vias públicas promulgada pelo Prefeito Municipal de São Caetano do Sul, Anacleto Campanella, usando das atribuições que lhe são conferidas por Lei, e dispõe sobre oficialização e denominação de vias públicas.

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11/10/2025

Próximo sábado temos mais uma atividade da agenda da 8a Vitrine, na Pinacoteca Municipal. Os artistas se reunirão para falar sobre suas produções ligadas à ilustração.
Participe! Entrada livre, não precisa de inscrição. 
Acompanhe a nossa programação completa!
Ciclo de conversas temáticas - 8ª Vitrine

03102025

Roberto Simonsen

Roberto Cockrane Simonsen nasceu em Santos, São Paulo, em 1889, faleceu em 1948.  Formado engenheiro pela Escola Politécnica em 1909. Ao longo de sua vida, destacou-se como um dos maiores industriais do Brasil.

Sua atuação como homem público foi reconhecida nacionalmente, especialmente após sua eleição para o Senado, onde demonstrou preocupação com os problemas sociais. Comprometido deu origem às importantes instituições, o renomado Serviço Social da Indústria (SESI), e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), polo criador na formação de profissionais qualificados.

Roberto Simonsen fundou em 1913 a Companhia Santista de Habitações Econômicas, e a Cerâmica São Caetano, onde atuou no cargo de Diretor no período de 1924 a 1948, foi relevante para a história de São Caetano. No ano de 1924, após ser adquirida por Roberto Simonsen, a empresa de produtos cerâmicos que, em meados da década de 1910, era denominada Cerâmica Privilegiada do Estado de São Paulo, passa, oficialmente, a chamar-se Cerâmica São Caetano S/A. Foi fundada por Simonsen que modernizou a Cerâmica São Caetano, que, graças à sua organização e técnica, passou a produzir telhas, ladrilhos e refratários de alta qualidade, abastecendo tanto o mercado brasileiro quanto o argentino.

Seu papel como industrial foi fundamental para o avanço da construção civil e da indústria nacional, considerado patrono da indústria nacional, engenheiro, estadista, político, literato pertenceu à Academia Brasileira de Letras (ABL) onde ingressou em 1939, escreveu a “História Econômica do Brasil”, uma obra de referência em dois volumes, entre outras publicações relevantes para o estudo e compreensão da economia brasileira.

Roberto Simonsen, entre muitas homenagens recebidas, como a rua que leva o seu nome, a Avenida Senador Roberto Simonsen localizada no Bairro Centro do município, com início na Rua Baraldi e término na Rua Engenheiro Rebouças. Anteriormente, essa via era conhecida como Rua Santo Antônio e Rua Parreiras. Sua denominação atual foi instituída por meio das Leis nº 434 de 17/08/1948 e nº 1348 de 29/03/1965.

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